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…Temos um blog? 14.09.2015

14 Sep

Então o Breno apareceu lá no chat com o nosso blog esquecido. Sorte que a senha é padrão, então entrar rápido e escrever uma coisa aqui não foi de grande esforço. Reli os poucos posts que tínhamos aqui, e acabei descobrindo que me sinto muito mais a vontade nesse tipo de social media do que nos outros. Lá nós temos que ser breves, sucintos, o que eu aprecio. Mas aqui dá pra estabelecer uma “conversa” – de mão única, sim, mas é uma conversa.

Dá pra colocar tudo pra fora (pro leitor imaginário), e sinceramente, o que eu acho que falta pra nossa geração são desabafos e uma comunicação sincera: Como eu e o Mateus conversamos sempre, tudo é ironia ou cópia/cola de alguma coisa. Querem se comunicar sem querer assumir a autoria do que falam. Covardia. Tem tanta coisa errada nisso que um blog de banda não é o suficiente, mas, leitor, espero que você me entenda. A música pop já vinha padecendo com isso, era apenas questão de tempo que outro departamento da comunicação seguisse, e, sem querer usar demais da boa-fé, os exemplos eu deixo para você.

Claro que não se inventam notas ou palavras a cada música ou texto, sofremos influências e as vezes fazemos parecido sem querer, mas eu me esforço pra que você me entenda da melhor forma possível, e, com esperança, sinta vontade de me responder e levar adiante a conversa – o que pra mim, vale mais do que sermos meros reprodutores de frases feitas. Usamos do social media com vontade de que as pessoas nos respondam: sejam indo nos shows, ouvindo nossa música, usando a camisa, deixando um comentário. Comunicação sincera, autêntica.
Essa é uma missão que se estende de nós para nossa música.

– Gabriel

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Mount Peel @ Agosto Pro Rock – 09.08.13

11 Aug

Diria que esse foi o maior show que a Mount Peel já teve até agora. Agosto Pro Rock é praticamente uma tradição por aqui, todos os anos ele acontece, e esse ano a grande surpresa é que teve um convite pra Mount Peel tocar. Foi foda. A gente praticamente não teve tempo de ensaiar por causa de alguns imprevistos, mas ainda assim, nos esforçamos ao máximo possível pra tentar deixar tudo direitinho. Chegamos cedo, passamos o som, e deixamos tudo preparadinho pra noite, era hora de ir pra casa, se arrumar, e voltar mais tarde pro grande show. O susto foi quando chegamos de taxi lá na frente do Café com Arte. Tava cheio de gente. Aí sim o nervosismo subiu. Encontramos alguns amigos chegados da banda, demos um tempo conversando lá, e tudo mais. Até que finalmente chegou a hora do show. Se eu for narrar o show todo, vai perder a graça, então vamos por highlights:

  • Subi no palco e tinha gente pra caramba lá do outro lado, acho que foi o maior público que já toquei até hoje.
  • Estava com uma dor de garganta que me fodia há dias, não sei como nem de onde saiu minha voz pra esse show.
  • O susto que eu levei quando me dei conta que todo mundo conhecia Morning, Pixie.
  • Não só Morning, Pixie, como todas as outras músicas que foram pra net. E era gente que eu nem conhecia ali, cantando as músicas.
  • O momento em que minha guitarra desplugou praticamente ao mesmo tempo que a do Gabriel desplugou também.
  • A cara do Cesar toda a vez que eu fazia uma piada com ele entre as músicas.
  • A menina que veio me perguntar depois do show quem era o Cesar……

 

Enfim, esse show foi o melhor show pra todos nós. Saímos todos felizes. Eu gostaria de mandar um obrigado bem grande pra todos aqueles que conseguiram proporcionar isso pra Mount Peel. A Monique Malcher primeiramente por toda a força e recursos de mídia que ela pôde dar pra ajudar a gente a divulgar isso, Denys Costa e a sua parceira Julia Ramos, que já são quase que fotógrafos oficiais da Mount Peel, sempre ali dando uma força pra gente, um outro salve pro Cristiano Cohen, o cara que chamou as bandas pro Agosto Pro Rock, e deu essa oportunidade pra Mount Peel quebrar tudo lá. Pros caras da Vinyl Laranja, que emprestaram a bateria e um amp de guitarra pra esse show, o que salvou tudo meio que em cima da hora. E claro, a vocês todos que foram lá, cantaram conosco, vieram dizer Oi, e compraram nosso EP. Lembram? É, isso mesmo, aquele que valeu quanto vocês quisessem pagar. Obrigado mesmo, e até a próxima.

 

– Breno

Live At Studio3

1 Aug

Alguns já sabem, outros não. Mas, a Mount Peel atacou novamente, e dessa vez foi com uma session de músicas gravadas ao vivo no Studio3, aqui em Belém. É chato pra caralho encher vocês com palavras aqui, e, mais ainda, de conhecimento comum que ninguém vai querer ler isso. Então, vou apenas deixar uns tópicos aqui.  

  • Músicas gravadas ao vivo, porém com modéstia. Espero que gostem.
  • Sim, a “nova versão” de Morning, Pixie é realmente com uma “vibe” melhor, todos tomamos esse susto.
  • Gabriel é Judeu.
  • Nós quatro amamos cada um de vocês que estão ouvindo e curtindo as músicas. E prometemos recompensar vocês por isso das melhores formas não-sexuais possíveis. (No caso de meninas, entra pro estágio de avaliação)

Dia 09.08 tem show com a Vinyl Laranja. Estejam lá, e, se não for pedir muito, cantem comigo as músicas. – Breno

@ Café com Arte – 29.05.2013

2 Jun

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(foto tirada pelo Camillo. Reparem na minha ‘stache, bacana?)

Special thanks para: Eduardo Lobo, Camillo Royale, Born to Be, a banda que não tocou, cara que tava no som e eu não sei o nome e todo mundo que tava presente.

“Foi um show bastante divertido” é o que eu me sinto tentado a deixar aqui, sem maiores explicações. Confesso não estar de bom humor, mas é meu dever soltar o review.

Mal meus dedos sararam da INTENSA estréia no dia 24 e a Mount Peel já tinha outra data! Muito bom.

Passagem de som correu tudo surpreendentemente bem, tirando que choveu um pouco às 18h e acabamos tendo um leve atraso por conta disso. Nem tudo foram flores, claro, isso tem de ser admitido. Mas garanto à você, leitor, que o problema não foi por falta de esforço da organização – eternos problemas de Belém, sabem?

Depois da passagem de som Gustavo e Mateus vieram pra cá pra casa(quem vos fala é Gabriel). Aqueci um jantar para nós, mas não deu muito certo porque acabei me distraindo com o violão, e comida queimada à parte, batemos um papo sobre Faith No More, e ficamos vendo/ouvindo o King of Limbs Live From The Basement do Radiohead em quanto esperávamos a vez de tomar banho.

23:30 e estávamos na porta do Café. A terceira banda havia desistido, e não mais começaríamos 00:00, daria para segurar mais uma meia-hora.

Não vi que horas começamos.

Longe de mim críticar nossa inclusão no evento, agradeço a oportunidade e demos o nosso melhor lá para o público, mas…Fiquei com a sensação de que causamos um estranhamento: O público da Born tem um gosto e postura mais conservadores dentro do rock (sem desmerecimentos), e creio eu, temos um senso Avant-Garde” herdado de influências como Faith No More. Antes que possam críticar qualquer postura percebida como arrogante de minha parte, é só ouvir o som do Born (o que eu recomendo que você faça) e o nosso pra sacar que soamos diferentes – longe de mim dizer que estávamos no lugar errado, pois a idéia é justamente expôr o maior número de pessoas possível ao nosso som e performance.

O show prosseguiu sem problemas, todo mundo mandando direitinho, pirei o usual…Nessa de pirar, cometi um excesso: em Carlos Carne a porra da corda A quebrou…No meio de um riff solo com um uso rampante dela! Puta merda, não consegui transpôr e francamente acho que nem tem como. Breno não toca muito no fim de CC, acabei por roubar a guitarra dele nessa hora – o que os presentes acharam deveras engraçado.

E veio o show da Born to Be. Lembro de ter gostado e lembrado da minha época na banda, mas com certeza me sinto bem mais em casa no Mount Peel, banda esta que tem sido grande fonte de alegria pra mim nestes tempos.

Avante!

Show @ Casarão. Fuzz – 24.05.2013

25 May

Cheguei a noite no Casarão Music por volta das meia-noite. Mal entrei, e fui recebido por amigos e conhecidos. A casa não tava muito cheia, mas também não tava vazia. Parece que tinha cada vez mais gente chegando. E os caras da Vertilia foram a primeira banda. Tocaram lá e agitaram com tudo. O que eu achei interessante, mas, não tenho fotos, é que no amplificador do Felipe, tinham várias action figure/miniaturas de personagens. Hahaha. Meio que sei lá, como se fosse um amuleto da sorte, talvez? Enfim. Eles tocaram os sucessos deles, e eventualmente o show acabou.

Era nossa vez. Chegamos lá e começamos a arrumar tudo, bem rápido. A minha sorte era que eu tinha tirado uma foto durante a passagem de som, do esquema como eu tinha deixado a configuração do amp pra mim. Só fiz ajeitar tudo novamente, e tava pronto pra rolar. Exceto por um problema. Meu pedal de delay começou a fazer um som alto e estranho. Resultado? Tive de “limar” o delay, principal charme de Morning, Pixie. Mas, tudo bem. Seguimos assim mesmo. Ó aí a setlist do show:

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Quando começamos a tocar The Sideshow, eu senti mais confiança. Minha voz tava boa, o som tava bom. Tinha tudo pra ser lindo. E realmente foi. Comentei com a galera pelo microfone, que tinham realmente muitas pessoas lá. Bem mais do que eu esperava que fosse ter, para um show de estréia de uma banda que ninguém conhece ou ouviu falar.

O show seguiu, tocamos músicas que algumas pessoas conheciam. Tipo, Morning Pixie, Gloria Hopes, e tudo mais… A surpresa é que as pessoas realmente pareceram se empolgar bastante com Mind At All e Revived Our Souls. Gostaram tanto, que acho que serão as próximas duas demos da banda. 

Papo vai, papo vem. Terminamos com Carlos Carn, e a pancadaria do seu final. Pra deixar todo mundo surdo mesmo! Hahaha.

Depois do show, era hora de descer e cumprimentar as pessoas do palco. Sabe como é, né. Agradecer por terem aguentado esse show. Aproveitei pra distribuir umas demos da Mount Peel, de graça mesmo. Só a troco do e-mail de cada um. Por sinal, se você está lendo isso por ter recebido um e-mail nosso, legal. Funcionou.

Enfim, conheci umas pessoas gente boa. Recebi uns elogios de várias pessoas. Vale dar destaque pra um amigo da Faculdade que foi lá e levou amigos com ele, que, talvez sem nem conhecer o som, gostaram da banda, e levaram essas demos pra casa. O grande Netto Battêra, da Turbo, que me deu um abraço no final, e disse que a minha banda é foda. Putz, esse cara não sabe o quanto isso me emocionou. Receber um elogio de um músico experiente é algo significante pra mim. Principalmente quando o cara pede sua demo e ainda pede pra você autografar pra ele. Hahahaha. Vocês são foda.

Foi tudo lindo, as pessoas foram muito gente boa, e espero ver essas pessoas novamente por aí em outros shows. 

Depois disso foi hora de ver a 16-bits. E eles são insanos. O show mal começou e o Homer já tava se jogando no chão. Tocando igual um louco. Hahaha. Fiquei com inveja da energia deles. Queria ser insano assim ao vivo. Enfim, o show deles foi tão foda que no final não aguentamos, e subimos todos no palco pra cantar junto as últimas músicas. E devem ter fotos por aí. Logo mais elas aparecem.

 

OBRIGADO POR TEREM COMPARECIDO! OBRIGADO POR TEREM AGUENTADO ATÉ O FINAL! OBRIGADO POR OUVIREM A MOUNT PEEL! MOUNT PEEL NÃO É NADA SEM VOCÊS. 

 

Até a próxima.

Rádio Unama Fm – 24.05.13

25 May

Bom. Essa foi uma sexta-feira inédita pra todos da banda, sem dúvidas. Foi um dia cheio de coisas a fazer, e, claro, um dia cheio de surpresas. Começou que às 16h nos encontramos no Casarão Music, eu(Breno), Felipe(Vertilia), e logo mais nos encontramos com os figuras da 16-bits(Angelo, Renato e Homer). Tínhamos uma meta: Chegar na Unama da BR até as 17:30. Ia ter uma entrevista lá na rádio só com os vocais da banda, a fim de promover o evento e tudo mais. Nessa longa viagem de ônibus, no trânsito quente, sujo, e caótico da cidade, trocamos muitas idéias. Os caras da 16-bits são muito hilários. Passei praticamente a viagem toda rindo das besteiras deles.

Depois de um saquinho de balas de gengibre, e dois sacos de amendoim, finalmente chegamos. Foi uma curta andança desde a parada de ônibus até a rádio Unama. Não deu nem pra se perder por lá.

Chegando lá foi bem simples. Fomos recebidos pela Hanna Santiago e a Jéssica Oliveira, e rápido nós passamos todas as músicas do EPzinho da Mount Peel pro computador de lá. Logo menos, Gloria Hopes tava pronta pra ser executada. A entrevista foi simples, apenas um recado de todos nós. Convidando para comparecerem ao show. E a música de cada banda tocou na rádio. Foi legal. Nos despedimos e voltamos pro Casarão. Tinha passagem de som a fazer ainda.

E ah, não esquecemos. Aqui tem um trecho da entrevista:

Demos From The Vault.

20 May

MOUNT PEEL

 

Bom, são 21:26 da noite de um domingo quente(19/05/13) em Belém do Pará. E eu senti que precisava vir aqui e contar um pouco sobre o que aconteceu hoje… Há mais ou menos uma hora atrás, as primeiras demos da Mount Peel foram lançadas no ar. E sabe o que isso significa? Significa que é uma grande emoção pra todos os integrantes da banda, poder ver, e ter consigo na pele essa sensação de ver seu trabalho finalizado e rolando por aí. Sendo curtido, e divulgado por todos que também curtiram. Ver as influências se cruzando, e pessoas vindo te agradecer, cada vez mais fazendo você se deliciar da dor de cabeça que foi produzir uma música. Foram dois anos, nada fáceis, cheios de altos e baixos, desde quando ainda eram dois na banda. Mas, finalmente saiu. Tivemos as músicas. Demos que estagnaram no processo de gravação, e levaram mais de três meses para se concluírem. Eu gostaria de mandar um agradecimento especial para o estúdio “das” em Goiânia, de um grande amigo meu. Por ter proporcionado uma mixagem e masterização que foram cruciais pra qualidade deste release. Agradecer a uma ucraniana baixinha e gentil chamada Natali Bruniska, por fornecer todas as artes da banda, e conseguir assim sincronizar nossa atmosfera com imagens que identificam o que sentimos/queremos transmitir como banda.

É um grande prazer estar aqui, e será um grande prazer anunciar que este é apenas o começo. Muito mais vem por aí, e nós todos seremos parte disso.

E ah, as demos? Você quer ouvir? Aqui estão. http://soundcloud.com/mountpeel