Archive | June, 2013

@ Café com Arte – 29.05.2013

2 Jun

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(foto tirada pelo Camillo. Reparem na minha ‘stache, bacana?)

Special thanks para: Eduardo Lobo, Camillo Royale, Born to Be, a banda que não tocou, cara que tava no som e eu não sei o nome e todo mundo que tava presente.

“Foi um show bastante divertido” é o que eu me sinto tentado a deixar aqui, sem maiores explicações. Confesso não estar de bom humor, mas é meu dever soltar o review.

Mal meus dedos sararam da INTENSA estréia no dia 24 e a Mount Peel já tinha outra data! Muito bom.

Passagem de som correu tudo surpreendentemente bem, tirando que choveu um pouco às 18h e acabamos tendo um leve atraso por conta disso. Nem tudo foram flores, claro, isso tem de ser admitido. Mas garanto à você, leitor, que o problema não foi por falta de esforço da organização – eternos problemas de Belém, sabem?

Depois da passagem de som Gustavo e Mateus vieram pra cá pra casa(quem vos fala é Gabriel). Aqueci um jantar para nós, mas não deu muito certo porque acabei me distraindo com o violão, e comida queimada à parte, batemos um papo sobre Faith No More, e ficamos vendo/ouvindo o King of Limbs Live From The Basement do Radiohead em quanto esperávamos a vez de tomar banho.

23:30 e estávamos na porta do Café. A terceira banda havia desistido, e não mais começaríamos 00:00, daria para segurar mais uma meia-hora.

Não vi que horas começamos.

Longe de mim críticar nossa inclusão no evento, agradeço a oportunidade e demos o nosso melhor lá para o público, mas…Fiquei com a sensação de que causamos um estranhamento: O público da Born tem um gosto e postura mais conservadores dentro do rock (sem desmerecimentos), e creio eu, temos um senso Avant-Garde” herdado de influências como Faith No More. Antes que possam críticar qualquer postura percebida como arrogante de minha parte, é só ouvir o som do Born (o que eu recomendo que você faça) e o nosso pra sacar que soamos diferentes – longe de mim dizer que estávamos no lugar errado, pois a idéia é justamente expôr o maior número de pessoas possível ao nosso som e performance.

O show prosseguiu sem problemas, todo mundo mandando direitinho, pirei o usual…Nessa de pirar, cometi um excesso: em Carlos Carne a porra da corda A quebrou…No meio de um riff solo com um uso rampante dela! Puta merda, não consegui transpôr e francamente acho que nem tem como. Breno não toca muito no fim de CC, acabei por roubar a guitarra dele nessa hora – o que os presentes acharam deveras engraçado.

E veio o show da Born to Be. Lembro de ter gostado e lembrado da minha época na banda, mas com certeza me sinto bem mais em casa no Mount Peel, banda esta que tem sido grande fonte de alegria pra mim nestes tempos.

Avante!